"Feed your insecurities, feed your brain", my conscience said.
Amo os meus amigos e acredito piamente que também me amem! [Esta minha conclusão ainda que precipitada, roça o limite máximo do quão crente (nas pessoas) eu consigo ser.] Então porque é que o meu cérebro continua a dizer-me que eu tenho um género de pseudo-fobia social?
Olho-me nos olhos e auto-confesso que não gosto de pensar no julgamento dos outros, que tenho um profundo e insistente medo de parecer idiota e que me consumo a cada dia com um aguçado (afiado?) insisto crítico para comigo mesma.
Serei tão estupidamente egocêntrica ao ponto de querer atingir um grau de perfeição que simplesmente não pertence ao meu pequeno mundo? Ou serei tão estupidamente não-egocêntrica ao ponto de esquecer a minha auto-confiança e só conseguir ver-me através de meros espelhos?
Não sei se quero descobrir.
Quero uma garrafa com uma % de álcool aceitável, uma caneta e um papel, despejar tudo isto e caminhar.
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